Morre Gabriel García Márquez
17 DE abril DE 2014
O escritor colombiano Gabriel García Márquez morreu nesta quinta-feira, 17 de abril, aos 87 anos.
Autor de clássicos como O amor nos tempos do cólera e Crônica de uma morte anunciada, Gabo, como era conhecido, estava em sua residência na Cidade do México, capital mexicana.
Ganhador do Prêmio Nobel de Literatura de 1982, García Márquez revolucionou a literatura hispânica. Seus livros foram traduzidos em 30 idiomas e somam 40 milhões de exemplares vendidos.
Gabo é considerado um dos literatos mais famosos e queridos da América Latina. Sua obra mais conhecida, Cem anos de solidão, publicada em 1967, foi traduzida em dezenas de idiomas e é estudada em diversas universidades do mundo como um dos pilares do realismo mágico.
Seu último livro foi Memórias de Minhas Putas Tristes, escrito em 2004.
Na BSP você encontra:

O amor nos tempos do cólera
Record
Ainda muito jovem, o telegrafista, violinista e poeta Gabriel Elígio Garciá se apaixonou por Luiza Márquez, mas o romance enfrentou a oposição do pai da moça, coronel Nicolas, que tentou impedir o casamento enviando a filha ao interior numa viagem de um ano. Para manter seu amor, Gabriel montou, com a ajuda de amigos telegrafistas, uma rede de comunicação que alcançava Luiza onde ela estivesse. Essa é a história real dos pais de Gabriel García Márquez e foi ponto de partida de ‘O amor nos tempos do cólera’, que acompanha a paixão do telegrafista, violinista e poeta Florentino Ariza por Fermina Daza.

Cem anos de solidão
Record
Em Cem anos de solidão, Gabriel García Márquez narra a história da família Buendía, uma estirpe de solitários que habitam a mítica aldeia de Macondo. A narrativa desenvolve-se em torno de todos os membros dessa família, com a particularidade de que todas as gerações foram acompanhadas por Úrsula, uma personagem centenária e uma matriarca conhecida.

Viver para contar
Record
Autobiografia do autor de Cem anos de solidão. García Márquez narra sua vida na melhor tradição de seus emocionantes e perenes romances. Neste primeiro volume da autobiografia do Prêmio Nobel de Literatura, o leitor acompanhará as origens do realismo fantástico e da Colômbia, que ressurge na obra de García Márquez em uma narrativa comovente sobre o início de sua carreira.

Memória de minhas putas tristes
Record
No ano em que completa 90 anos, o autor-narrador destas memórias decide se presentear com uma noite de amor com uma adolescente virgem. E é assim, sem rodeios, que Gabriel García Márquez apresenta a história do velho jornalista que escolhe a luxúria para provar a si mesmo, e ao mundo, que ainda está vivo. Memória de minhas putas tristes desfia as lembranças de vida desse solitário personagem. Apresenta ao leitor as aventuras sexuais deste senhor, que vai viver cerca de cem anos de solidão embotado e embrutecido, escrevendo crônicas e resenhas maçantes para um jornal provinciano, dando aulas de gramática para alunos tão sem horizontes quanto ele, e, acima de tudo, perambulando de bordel em bordel, dormindo com mulheres descartáveis.
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