Livros do Xico Sá na BSP
14 DE agosto DE 2013
Você conhece a obra publicada pelo próximo convidado do Segundas Intenções, o jornalista Xico Sá?
No acervo da BSP você encontra:

Big Jato
(Editora Companhia das Letras)
Vale do Cariri, início da década de 1970. Um caminhão, apelidado carinhosamente de Big Jato, é destinado a esvaziar as fossas das casas sem encanamento do Crato. No parachoque, a frase 'dirigido por mim, guiado por Deus'. O garoto ao lado do motorista pensa - 'Não sou um nem o outro'. O caminhão faz parte da vida do garoto. Com seu pai, percorre as ruas da cidade lidando com o dejeto alheio, enquanto acompanha um mundo em transformação. Assim como sua própria infância, algo ali parece estar chegando ao fim, e as mudanças não passam despercebidas aos dois. Em 'Big Jato', o escritor e cronista Xico Sá cria, a partir de suas memórias, um retrato de uma juventude passada no Cariri. Estão lá os primeiros encontros com o amor e o rock. As paisagens e as pessoas que ele encontrou. As mudanças nas relações familiares. Um mosaico das descobertas do garoto que enfrenta todas as dificuldades da entrada na vida adulta.

Modos de macho e modinhas de fêmea: a educação sentimental do homem
(Editora Record)
Dos primeiros desejos - uma bananeira, a terra molhadinha, depois uma cabra, muito depois uma profissional do sexo! - ao toque do exame de próstata. É o que relata o jornalista Xico Sá nestas crônicas bem-humoradas que prestam uma singela homenagem às moças e apresentam, para quem interessar possa, uma bula do comportamento masculino.

Chabadabadá – aventuras e desventuras do macho perdido e da fêmea que se acha
(Editora Record)
O macho está perdido - no mato sem cachorro ou GPS - diante da modernidade da fêmea? Motivo de conferências, fóruns, jornadas psicanalíticas, seriados e muita filosofia de botequim, a pergunta que não quer calar é o tema deste volume de crônicas e contos. Xico Sá ironiza a perdição masculina e faz a sua devoção às moças.
Caballeros solitários rumo ao sol poente(Editora do Bispo)
Ambientado na babilônica São Paulo de 2006, é uma ficção sobre a noite da cidade, na qual os homens andam em seus pangarés paraguaios desbravando as pradarias noturnas e tabernas. Influenciados por uma misteriosa mulher que não sabe que é mulher, por um seresteiro punk-brega e por uma psicanalista argentina, eles falam, quase sempre, no mais tosco portunhol. Essa história não vai acabar bem.
O bate-papo com o autor será neste sábado, dia 17, às 11 horas.
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