Livros de Sérgio Rodrigues
11 DE agosto DE 2014
Confira:

O drible
Editora Companhia das Letras
Desenganado pelos médicos, um cronista esportivo de oitenta anos, testemunha dos anos dourados do futebol brasileiro, tenta se reaproximar do filho com quem brigou há um quarto de século. Toda semana, em pescarias dominicais, Murilo Filho preenche com saborosas histórias dos craques do passado o abismo que o separa de Neto. Revisor de livros de autoajuda, Neto leva uma vida medíocre colecionando quinquilharias dos anos 1970 e conquistando moças que trabalham no comércio perto de sua casa, no bairro carioca da Gávea. Desde os cinco anos, quando a mãe se suicidou, sente-se desprezado pelo pai famoso. Como nos romances anteriores de Sérgio Rodrigues, há um contraponto de vozes narrativas.

Sementes de Flowerville
Editora Objetiva
“Flowerville é um megacondomínio de classe média alta, limpo, caro, seguro e artificial”. É neste cenário esquisito, sinistro, situado num bairro 'pós-urbano' de um futuro próximo que parece já ter chegado, que se passa 'As sementes de Flowerville', estréia em romance do jornalista e colunista literário Sérgio Rodrigues. Personagens sem caráter, imorais ou amorais protagonizam esta história que tem como pano de fundo uma ácida crítica ao modo de vida das sociedades contemporâneas. Misturando elementos como grotescas fantasias sexuais e experiências científicas de risco nos porões esquecidos da ditadura militar, Sérgio conduz o leitor por um universo repugnante e assustador, porém familiar.

O homem que matou o escritor
Editora Objetiva
Se todas as histórias do mundo já foram escritas, é hora de matar o escritor- e escrevê-las todas outra vez. Assim o narrador dessas ficções letais recomeça o jogo. Enlaçando contos como tramas policiais. Conduzindo personagens para abismos urbanos, recriando-os com emoção precisa, envolvendo todos pela morte- ou pela literatura, já que não parece existir salvação fora dela. 'O Homem que matou o escritor' é história policial, e também reflexão sobre a linguagem. É drama, comédia e farsa. O narrador brilha em todo livro, textos conversam com textos, a metalinguagem é uma arma e um exercício- mas nada resvala para o universo do gratuito, ou do hermético.
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